É o termo da oração que sempre se refere a um substantivo. Vem representado por artigos, adjetivos, locuções adjetivas, pronomes adjetivos e numerais. Os adjuntos adnominais modificam o substantivo, qualquer que seja a função que ele exerça na oração.
Exemplos
1) Adjetivos
- O alegre espetáculo começou tarde.
Alegre: Adjunto Adnominal
Espetáculo: Substantivos
- Meninos tristes chegaram.
Tristes: Adjunto Adnominal
Meninos: Substantivos
- As construções antigas eram mais trabalhadas artisticamente.
Antigas: Adjunto Adnominal
Construções: Substantivos
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Parnasianismo
CARACTERISTICAS
Os poetas brasileiros tomam como fonte de inspiração os portugueses do século XVIII, destacando, sobretudo, o trabalho de Bocage. Voltam-se, também, para Basílio da Gama, Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antonio Gonzaga. Cultuam a estética do Arcadismo, a correção da linguagem, propiciadora de originalidade e imortalidade, buscando objetividade e impassibilidade diante do objeto, cultivando a forma para atingir a perfeição.
A sintaxe, sob a influência do século XVIII, prima pela devoção à clareza, à lógica e à sonoridade. Os parnasianos evitam as aliterações, homofonias, hiatos, ecos e expressões arrebatadoras, mas apreciam a rima consoante, aplicada sob o jugo de regras rígidas, privilegiando a rima paroxítona, abjurando a interna e exigindo a rima em todas as quadras. Dão ênfase às alternâncias graves, aos versos de rimas paralelas ou intercaladas. Apreciam as metáforas derivadas das lendas e história da Antigüidade Clássica, símbolo do ideal de beleza.
O soneto ressurge juntamente com o verso alexandrino, bem como o trabalho com a chave de ouro e a rima rica. A vida é cantada em toda sua glória, sobressaindo-se a alegria, a sensualidade, o conhecimento do mal. A imaginação é sempre dominada pela realidade objetiva.
O universalismo se sobrepõe ao nacionalismo. Entretanto, o Parnasianismo inicial, ligado à inspiração derivada dos temas históricos de Roma e Grécia, vai se deslocando, aos poucos, para a paisagem brasileira, graças à ação do meio e das tradições poéticas, tendendo à busca da simplicidade clássica. A recorrência ao arcadismo interno e ao português acaba dando ao movimento uma configuração própria. O social perde a força do início, cedendo lugar ao princípio da Arte pela Arte, postulado pelo poeta francês, Théophile Gautier, sem, entretanto, suprimir o subjetivismo. Por isso, os poetas não obedecem com precisão o cientificismo e nem primam pela objetividade, mas se orientam pelo determinismo, pessimismo e sensualidade, prevalecendo, com freqüência, a exigência de precisão, a riqueza de linguagem e a descrição.
Os poetas brasileiros tomam como fonte de inspiração os portugueses do século XVIII, destacando, sobretudo, o trabalho de Bocage. Voltam-se, também, para Basílio da Gama, Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antonio Gonzaga. Cultuam a estética do Arcadismo, a correção da linguagem, propiciadora de originalidade e imortalidade, buscando objetividade e impassibilidade diante do objeto, cultivando a forma para atingir a perfeição.
A sintaxe, sob a influência do século XVIII, prima pela devoção à clareza, à lógica e à sonoridade. Os parnasianos evitam as aliterações, homofonias, hiatos, ecos e expressões arrebatadoras, mas apreciam a rima consoante, aplicada sob o jugo de regras rígidas, privilegiando a rima paroxítona, abjurando a interna e exigindo a rima em todas as quadras. Dão ênfase às alternâncias graves, aos versos de rimas paralelas ou intercaladas. Apreciam as metáforas derivadas das lendas e história da Antigüidade Clássica, símbolo do ideal de beleza.
O soneto ressurge juntamente com o verso alexandrino, bem como o trabalho com a chave de ouro e a rima rica. A vida é cantada em toda sua glória, sobressaindo-se a alegria, a sensualidade, o conhecimento do mal. A imaginação é sempre dominada pela realidade objetiva.
O universalismo se sobrepõe ao nacionalismo. Entretanto, o Parnasianismo inicial, ligado à inspiração derivada dos temas históricos de Roma e Grécia, vai se deslocando, aos poucos, para a paisagem brasileira, graças à ação do meio e das tradições poéticas, tendendo à busca da simplicidade clássica. A recorrência ao arcadismo interno e ao português acaba dando ao movimento uma configuração própria. O social perde a força do início, cedendo lugar ao princípio da Arte pela Arte, postulado pelo poeta francês, Théophile Gautier, sem, entretanto, suprimir o subjetivismo. Por isso, os poetas não obedecem com precisão o cientificismo e nem primam pela objetividade, mas se orientam pelo determinismo, pessimismo e sensualidade, prevalecendo, com freqüência, a exigência de precisão, a riqueza de linguagem e a descrição.
PARNASIANISMO
Origens
Movimento literário que se originou na França, Paris, representou na poesia o espírito positivista e científico da época, surgindo no século XIX em oposição ao romantismo.
Nasceu com a publicação de uma série de poesias, precedendo de algumas décadas o simbolismo. O seu nome vem do Monte Parnaso, a montanha que, na mitologia grega era consagrada a Apolo e às musas, uma vez que os seus autores procuravam recuperar os valores estéticos da Antiguidade clássica.
Caracteriza-se pela sacralidade da forma, pelo respeito às regras de versificação, pelo preciosismo rítmico e vocabular, pela rima rica e pela preferência por estruturas fixas, como os sonetos. O emprego da linguagem figurada é reduzido, com a valorização do exotismo e da mitologia. Os temas preferidos são os fatos históricos, objetos e paisagens. A descrição visual é o forte da poesia parnasiana, assim como para os românticos são a sonoridade das palavras e dos versos. Os autores parnasianos faziam uma "arte pela arte", pois acreditavam que a arte devia existir por si só, e não por subterfúgios, como o amor, por exemplo. O primeiro grupo de parnasianos de língua francesa reúne poetas de diversas tendências, mas com um denominador comum: a rejeição ao lirismo como credo. Os principais expoentes são Théophile Gautier (1811-1872), Leconte de Lisle (1818-1894), Théodore de Banville (1823-1891) e José Maria de Heredia (1842-1905), de origem cubana, Sully Prudhomme (1839-1907). Gautier fica famoso ao aplicar a frase “arte pela arte” ao movimento.
Movimento literário que se originou na França, Paris, representou na poesia o espírito positivista e científico da época, surgindo no século XIX em oposição ao romantismo.
Nasceu com a publicação de uma série de poesias, precedendo de algumas décadas o simbolismo. O seu nome vem do Monte Parnaso, a montanha que, na mitologia grega era consagrada a Apolo e às musas, uma vez que os seus autores procuravam recuperar os valores estéticos da Antiguidade clássica.
Caracteriza-se pela sacralidade da forma, pelo respeito às regras de versificação, pelo preciosismo rítmico e vocabular, pela rima rica e pela preferência por estruturas fixas, como os sonetos. O emprego da linguagem figurada é reduzido, com a valorização do exotismo e da mitologia. Os temas preferidos são os fatos históricos, objetos e paisagens. A descrição visual é o forte da poesia parnasiana, assim como para os românticos são a sonoridade das palavras e dos versos. Os autores parnasianos faziam uma "arte pela arte", pois acreditavam que a arte devia existir por si só, e não por subterfúgios, como o amor, por exemplo. O primeiro grupo de parnasianos de língua francesa reúne poetas de diversas tendências, mas com um denominador comum: a rejeição ao lirismo como credo. Os principais expoentes são Théophile Gautier (1811-1872), Leconte de Lisle (1818-1894), Théodore de Banville (1823-1891) e José Maria de Heredia (1842-1905), de origem cubana, Sully Prudhomme (1839-1907). Gautier fica famoso ao aplicar a frase “arte pela arte” ao movimento.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
ADJUNTO ADVERBIAL
Adjunto adverbial é o termo que exprime uma circunstância (de tempo, lugar, modo, etc.) ou, em outras palavras, que modifica o sentido de um verbo, adjetivo ou adverbio. Exemplo:
AO MEIO-DIA, João voltou DEPRESSA À OFICINA.
O adjunto adverbial é expresso:
º Pelos ADVÉRBIOS :
Cheguei cedo.
Moramos aqui.
Ande devagar.
Volte bem depresa.
º Pelas LOCUÇÕES ou EXPRESSÕES ADVERBIAIS :
Às vezer viajava de trem.
Júlio reside em Niterói.
Errei por distração.
OBS :
os adjuntos adverbiaisclasificam-se de acordo com as circunstâncias que exprimem: adjunto adverbial de lugar, modo, tempo, intensidade, causa, companhia, meio , etc.
AO MEIO-DIA, João voltou DEPRESSA À OFICINA.
O adjunto adverbial é expresso:
º Pelos ADVÉRBIOS :
Cheguei cedo.
Moramos aqui.
Ande devagar.
Volte bem depresa.
º Pelas LOCUÇÕES ou EXPRESSÕES ADVERBIAIS :
Às vezer viajava de trem.
Júlio reside em Niterói.
Errei por distração.
OBS :
os adjuntos adverbiaisclasificam-se de acordo com as circunstâncias que exprimem: adjunto adverbial de lugar, modo, tempo, intensidade, causa, companhia, meio , etc.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
ADJUNTO ADNOMINAL
Adjunto adnominal é o termo que caracteriza ou determina os substantivos.
EX:
MEU irmão veste roupas VISTOSAS.
*MEU determina o substantivo irmão: ou seja é um adjunto adnominal
*VISTOSAS caracteriza o substativo roupas : ou seja, tembém é um adjunto adnominal.
O adjunto adnominal pode ser expresso:
ºPelos artigos: o mundo; as ruas;um repazºPelos adjetivos: água fresca, terras férteis;
ºPelos pronomes adjetivos:nosso tio; este lugar;
ºPelos numerais : dois pés, quinto ano;
ºPelas locuções ou expressoes adjetivas:
Presente de rei;
fio de aço;
livro do mestre;
homem sem escrúpulos;
água de fonte;
aviso ao diretor
Adjunto adnominal é o termo que caracteriza ou determina os substantivos.
EX:
MEU irmão veste roupas VISTOSAS.
*MEU determina o substantivo irmão: ou seja é um adjunto adnominal
*VISTOSAS caracteriza o substativo roupas : ou seja, tembém é um adjunto adnominal.
O adjunto adnominal pode ser expresso:
ºPelos artigos: o mundo; as ruas;um repazºPelos adjetivos: água fresca, terras férteis;
ºPelos pronomes adjetivos:nosso tio; este lugar;
ºPelos numerais : dois pés, quinto ano;
ºPelas locuções ou expressoes adjetivas:
Presente de rei;
fio de aço;
livro do mestre;
homem sem escrúpulos;
água de fonte;
aviso ao diretor
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Verbos de Ligação
São verbos que servem como elementos de ligação entre o sujeito e uma qualidade ou estado ou modo de ser, denominado Predicativo do Sujeito. Os principais verbos de ligação são ser, estar, parecer, permanecer, ficar, continuar. Não decore quais são os verbos de ligação, e sim memorize o significado dele:
Verbo de ligação é aquele que indica a existência de uma qualidade do sujeito, sem que ele pratique uma ação.
Nesse exemplo o verbo não é de ligação, pois está indicando uma ação - quem volta, volta de algum lugar, mesmo que haja o predicativo do sujeito abatida. É, então, um verbo intransitivo, já que da Ásia é Adjunto Adverbial de Lugar. Conclui-se que pode haver predicativo do sujeito sem que haja verbo de ligação.
Ex. Maria é inteligente.
O verbo ser não indica ação, ele está ligando o sujeito (Maria) ao predicativo (inteligente).
PREDICATIVO= é o termo que modifica o sujeito. O predicativo nos informa alguma coisa a respeito do sujeito.
inteligente é uma qualidade, característica de Maria, logo é chamado de predicativo do sujeito.
Os principais verbos de ligação são:
Novo, feliz, cansada, aflita, triste e nervosa informam algo a respeito do sujeito.
Carro-novo
João-feliz
Joice-cansada
A moça-aflita
Nicole-triste
Diana-feliz
Cláudia-nervosa
Podemos dizer que, de um modo geral, predicativo do sujeito é tudo aquilo que se fala do sujeito.
O predicativo do sujeito vem acompanhado do verbo de ligação.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
Alguns verbos podem aparecer como:
-Transitivos
-Intransitivos
-Ligação
Para fazermos uma correta análise, é preciso verificar o contexto em que estes verbos estão inseridos.
Ex. O homem anda depressa.
Andar neste contexto significa modo,maneira que o homem anda.É um verbo de ação(portanto não poderá ser de ligação).Aqui andar é verbo intransitivo.
O homem anda preocupado.
Nesse caso andar indica o estado em que o homem se encontra.Logo,trata-se de um verbo de ligação.
Ela continua feliz. Indica estado. Verbo de ligação.
Ela continua sua tarefa. Indica ação. Verbo transitivo direto.
É isso aí, pessoal, obrigado pela a tenção, e qualquer dúvida, só perguntar nos comentários.
sábado, 4 de setembro de 2010
Bom dia!
Hoje, nós do Blog Sei Lah vamos postar um vídeo interessante, a idéia original era um texto sobre literatura no cinema, entretanto, é um tema relativamente complexo, e achamos que ficaria mais objetivo e fácil fazer um vídeo sobre o assunto. Eu (André) e o Japa (Pedro), falaremos um pouco sobre esse tema...
Veja o vídeo abaixo e comente:
E é isso ai, obrigado pela atenção! (e não esqueça de comentar.)
Hoje, nós do Blog Sei Lah vamos postar um vídeo interessante, a idéia original era um texto sobre literatura no cinema, entretanto, é um tema relativamente complexo, e achamos que ficaria mais objetivo e fácil fazer um vídeo sobre o assunto. Eu (André) e o Japa (Pedro), falaremos um pouco sobre esse tema...
Veja o vídeo abaixo e comente:
E é isso ai, obrigado pela atenção! (e não esqueça de comentar.)
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